Colocar uma empresa externa a gerir os serviços de TI em parceria: sim ou não?

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Outsourcing

À nossa volta, o mundo muda a uma velocidade vertiginosa; o que ontem era verdade, hoje pode já não ser e os métodos que antes usávamos podem atualmente ajudar muito pouco ou, até mesmo, serem um entrave ao bom funcionamento de um dado projeto ou tarefa.

É também assim – e talvez ainda com maior incidência – no mundo acelerado dos negócios, em que a concorrência e a total ausência de fronteiras físicas impõem aos gestores novas capacidades de governação cada vez mais assertivas e direcionadas e um focus muito grande naquilo que são as verdadeiras necessidades da sua organização. No fundo, obrigam a focar no core business em si.

Associada a esta realidade, surge uma outra diretamente relacionada com as novas plataformas digitais e com modelos de computação que trazem para dentro das organizações áreas como o big data, as tecnologias móveis ou o IoT. E trazem também novos desafios aos quais não se pode (nem deve) virar as costas.

Na verdade, é indiscutível que, cada vez mais, o negócio exige e depende das TI o que acaba por implicar uma pressão crescente de todos os departamentos sobre os profissionais desta área. Importa responder ao segundo, antecipar necessidades, conhecer o que de melhor as tecnologias de informação têm para oferecer e tirar daí partido. Importa atualizar permanentemente mas não fugir dos budgets definidos. Importa, acima de tudo, conseguir os melhores resultados para cada organização pela conjugação perfeita de todas as variáveis.

Nesse sentido, um dos caminhos a seguir poderá passar pelo outsourcing de serviços, levando as organizações a focar no seu core, contando com um parceiro externo para lhes dar total apoio em matéria de TI.

Segundo dados revelados pela IDC no evento FutureScape 2017, no mercado português, cerca de 52% do orçamento das médias e grandes organizações está direcionado para as TIC tradicionais enquanto cerca de metade deste valor (perto 26%) surge vocacionado para o outsourcing.

Mas quais serão, afinal de contas, as grandes vantagens ou, pelo menos, as mais evidentes desta opção?

1. Redução de custos

Falamos aqui da capacidade de uma organização libertar recursos – ao nível humano, técnico e financeiro – para as suas atividades core mais críticas. Na realidade, torna-se possível cortar nos custos operacionais e, ao mesmo tempo, garantir um maior controlo e uma melhor orçamentação dos custos.

Por outro lado, não será de descurar o facto de o outsourcing permitir também uma diminuição das necessidades de investimento, de assegurar uma melhor afetação e da inevitável transformação de custos fixos em custos variáveis.

2. Apoio especializado

Trata-se de passar a contar, mais facilmente, com uma equipa profissional e multidisciplinar, com acesso a tecnologias e conhecimento não existente na empresa. Não é segredo para ninguém que faltam recursos especializados em diferentes áreas das TI pelo que se pode tornar um desafio (por vezes frustrante e bastante dispendioso), procurar, treinar e tentar integrar especialistas em áreas tecnológicas mais ou menos específicas.

Neste caso, a vantagem mais evidente do outsourcing é a capacidade de as organizações passarem a contar com um parceiro e com os respetivos profissionais certos à hora certa, com conhecimentos sempre atualizados face aos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos.

3. Libertação de processos de rotina de manutenção informática

Um cenário que abre portas a um outro, bem mais proveitoso para as organizações: mais tempo e uma maior disponibilidade para focar em funções mais centradas no desenvolvimento do negócio. Na realidade, o outsourcing de TI vai permitir, por exemplo, dar à inovação um papel central na empresa até porque estas equipas de profissionais ficam livres da complexidade operacional para se passarem a concentrar naquilo que melhor sabem fazer. Resultado: mais e melhores ideias transformadoras e disruptivas para o negócio que, em última análise, sai claramente a ganhar.

4. Aumento da eficiência e agilidade

O facto de se recorrer ao outsourcing, torna possível à área de TI uma flexibilidade e agilidade que não conseguiria alcançar só com recursos internos. De acordo com as necessidades, o responsável de TI pode dimensionar as suas equipas bem assim como o tempo e as tecnologias do parceiro.

Importa não esquecer que as organizações contam com recursos limitados e, na larga maioria dos casos, a administração de TI não é a sua competência central. Uma forma de ganhar tempo é, efetivamente, através do outsourcing de TI, cuja estrutura de custos e economia de escala pode vir a assegurar uma importante vantagem competitiva. Contas feitas: mais eficiência e também mais agilidade.

5. Partilha de responsabilidades com a entidade contratada

Mas, mais do que isso, também a partilha dos riscos. Conjugadas as duas valências, está bom de ver/são claras as mais-valias que daqui é possível retirar do lado das/pelas organizações que optem por colocar em regime de outsourcing os seus sistemas de TI. Mais do que um fornecedor de serviços, trata-se de trabalhar com um verdadeiro parceiro de negócio.

Outsourcing: sim ou não? A resposta é sim

Gerir os serviços de TI em parceria com uma empresa externa: sim ou não? A resposta é sim e torna-se bastante fácil perceber o porquê de esta ser uma boa opção. A verdade é que um parceiro tecnológico associado ao outsourcing vai ajudar o cliente na melhoria da sua performance e também a trazer mais e melhores resultados para a empresa, suportado sempre no conjunto de parâmetros enunciados acima.

Neste campo, a Ar Telecom é um parceiro de excelência, com capacidade para responder às necessidades que os clientes lhe possam colocar em matéria de outsourcing. Em conjunto com cada organização, a Ar Telecom desenha e coloca em prática a melhor estratégia para cada caso e fomenta uma política de parceria e de proximidade com os seus clientes, sempre tão importante neste tipo de serviços.