O seu data center já não é suficiente para dar resposta às necessidades da empresa! E agora?

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O mundo digitalizado pede cada vez mais aos data centers. Mais capacidade, mais velocidade e mais atualização e escalabilidade, o que representa mais custos e mais investimento. Nenhuma empresa pode, nos dias de hoje, ter uma infraestrutura que não responda às necessidades do negócio.

Entre requisitos de instalação, infraestrutura, a segurança e a escalabilidade, são muitos os aspectos que os gestores não podem descurar, sob pena de receberem “cartões vermelhos” do negócio e, consequentemente, perderem competitividade nos mercados concorrenciais.

Neste contexto, a expressão “One Size Does Not Fit All”, nunca fez tanto sentido.

A competitividade das empresas reside na adequação da infraestrutura à sua estratégia de negócio e às necessidades que os seus processos geram durante as várias fases em que se desenvolvem para proporcionar o crescimento dos proveitos. Um modelo de data center que sirva múltiplos clientes sem parametrizações, poderá não ser uma opção muito fiável, até porque pode criar entropias na estratégia e nos processos de negócio.

Há valor extra no processamento dos dados

Vivemos na Era da informação, na qual a capacidade de processamento de dados em tempo real tende a crescer a um ritmo sem precedentes.

Estarão as empresas munidas de infraestruturas de data center capazes de corresponder? Os gestores já fizeram contas aos custos da escalabilidade? Será que manter as infraestruturas dentro de portas continua a compensar?

Em tempos de digitalização, as aplicações requerem e geram grandes quantidades de dados que, uma vez armazenados, poderão ser disponibilizados a outras aplicações analíticas e de negócio, para poderem ser analisados e os resultados aproveitados em favor do desempenho das várias áreas e departamentos das organizações. Este contexto está a permitir que outras opções tecnológicas se imponham no campo dos data center, com inúmeras vantagens associadas.

Se na vertente mais tradicional, a instalação, a energia, a disponibilidade, a alimentação ininterrupta, a redundância, o hardware, o software ou a segurança preenchem a lista de preocupações dos gestores de TI, há todo um novo mundo virtual de flexibilidade e de otimização de custos que não se pode ignorar. Há uma cloud de oportunidades que muitos já identificaram como sendo uma “via verde” para a rentabilidade das operações.

É preciso repensar a infraestrutura para o digital

Os gestores só têm de repensar os seus planos de investimento, olhando para as possibilidades geradas no âmbito da infraestrutura como um serviço (IaaS). Os ambientes virtualizados apresentam-se como uma alternativa muito apelativa e a tendência diz que a escolha deste tipo de serviço está a crescer e a conquistar as atenções das empresas.

Segundo o estudo «Worldwide Quarterly Cloud IT Infrastructure Tracker» da IDC, o investimento em ambientes e infraestruturas de TI mais tradicionais não cloud, irá diminuir ao longo de 2017 cerca de 3,3%, embora continue a representar a maior fatia dos gastos feitos nesta área, à volta dos 57,1%. Em contrapartida, a despesa total em produtos para suportar infraestruturas de TI, tal como servidores, armazenamento empresarial e switches ethernet, com capacidade para desenvolvimento de ambientes cloud, crescerá cerca de 18,2% em 2017, atingindo os 44,2 mil milhões de dólares.

Do valor total, cerca de 61,2% dos investimentos serão absorvidos por projetos de centros de dados para clouds públicas, enquanto que os ambientes de cloud privada off-premises vão representar 14,6% dos gastos.

Seja qual for a área de negócio, ou dimensão das organizações, os gestores tendem a procurar aumentar a flexibilidade das suas infraestruturas, evoluindo para modelos de consumo de recursos tecnológicos assentes na cloud e em ambientes virtualizados de computação. A possibilidade de pagar por utilização e de crescer a infraestrutura em sintonia com as necessidades futuras ou mesmo corresponder a picos de trabalho pontuais sustenta o interesse dos gestores por este modelo de utilização de infraestruturas tecnológicas e corresponde às expetativas de terem sempre uma resposta atempada para o negócio e para os requisitos da digitalização.

Conclusão

As organizações já perceberam que a escalada do negócio precisa de infraestruturas firmes que sustentem os processos e a agilidade da estratégia de negócio com recursos de elevada escalabilidade, alta disponibilidade e condições ambientais e de segurança física adequadas.

Para consolidar os passos no digital, com a flexibilidade que se exige nos mercados concorrenciais, os gestores deverão referenciar cada necessidade e os ativos que as endereçam para definirem os pontos de mudança necessários para se alinharem com a transformação digital dos negócios.

A virtualização e a cloud são por isso termos obrigatórios que devem integrar os glossários dos gestores e as rúbricas de investimento futuras.

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