4 formas de ganhar produtividade na equipa de TI apostando em datacenter virtual

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É um facto! Há muito que se acabou o tempo em que “aquele pessoal das TI” estava ali (apenas) para resolver os problemas que, esporadicamente, iam surgindo com o computador ou para configurar a conta de e-mail.

Nos dias que correm, e cada vez mais, o departamento de TI ganha relevo e importância, tornando-se cada vez mais fundamental para as organizações mesmo que não esteja ligado ao core do negócio em si.

Vários especialistas mundiais defendem que, mais cedo ou mais tarde, todas as empresas, independentemente do seu sector de atividade, serão também empresas de TI. Feitas as contas, investir na gestão das tecnologias e em todas as atividades ligadas a esta área dentro de uma organização é vital para o sucesso do negócio.

Mas fazer a gestão de TI significa gerir o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos computacionais que têm como objetivo possibilitar a obtenção, o armazenamento e o acesso de informações e dos equipamentos para utilizar no dia-a-dia.

E a verdade é que, tão ou mais importante do que isso é também apostar numa eficaz gestão dos recursos humanos em si – do tal “pessoal das TI” – promovendo a sua produtividade e suportando assim o desenvolvimento do negócio.

Naturalmente que aqui, como em muitos outros casos, não há soluções mágicas mas há boas apostas e caminhos que se podem seguir no sentido de alcançar a meta mais rapidamente e eficazmente. Tendo esta realidade em mente, a resposta poderá passar pela aposta num datacenter virtual e os motivos são óbvios:

1. Menor responsabilidade para as equipas de TI já que os serviços são assegurados pelo prestador

Face à crescente importância que as TI assumem na vida diária de uma organização e na sua eficaz gestão, importa ter sempre disponíveis recursos para dar resposta às necessidades que vão surgindo.

Ao libertar a equipa de TI, optando por um datacenter virtual, toda a organização fica a ganhar já que os serviços passam também a ser geridos pelo próprio prestador.

Uma das primeiras vantagens, neste caso, diz respeito à capacidade de assegurar uma estrutura ágil; mas também a diminuição de custos entra na equação. Na realidade, em vez de ter de investir várias centenas ou milhares de euros em equipamentos e numa equipa própria para gerir todo o sistema, hoje em dia as organizações podem optar por contratar tudo como um serviço, de forma fácil, rápida e, principalmente, segura.

Igualmente importante é o preço, bastante em conta, já que não é necessário dispor de tantos equipamentos físicos, diminuindo o número de pessoas envolvidas no processo, e também os gastos com arrefecimento e energia.

2. Escalabilidade e autonomia

Ao optar por um datacenter virtual, a organização está também a “dizer adeus” áquilo que são as limitações ainda existentes numa estrutura física. Tendo em conta o recurso ao conceito “hot add”, passa a ser possível acrescentar CPU e memória, sem downtime ou paragens operacionais. Este tipo de procedimentos acabaria por demorar muito mais tempo no caso de se tratar de uma estrutura tradicional.

Por outro lado, o conceito de escalabilidade, que permite fazer crescer ou redimensionar rapidamente a plataforma de aplicações, como e quando se necessita, contribui para outra vantagem que diz respeito à flexibilidade.

As organizações passam assim a estar preparadas para responder rapidamente a novos projetos que surjam, devendo apenas ir adaptando a sua capacidade de TI de forma totalmente flexível, em tempo real e com elevada autonomia.

3. Mais mobilidade e eficiência na gestão da infraestrutura de TI

Vivemos atualmente num novo mundo empresarial, com desafios acrescidos em matéria concorrencial e sem saber, muitas vezes, como será o amanhã.

Nesse sentido, as organizações devem ser capazes de responder com rapidez a todo o tipo de cenários e, também por isso, igualmente os datacenters devem ter a capacidade de responderem às novas exigências de escalabilidade e imprevisibilidade existentes.

E, se anteriormente, quando se projetava uma infraestrutura, podíamos determinar para quantos utilizadores ela seria destinada, hoje em dia essa é uma previsão difícil (senão impossível) de fazer.

Os datacenters virtuais vêm dar resposta a esta situação assegurando melhor mobilidade e maior eficiência na gestão da infraestrutura de TI, permitindo maior automação na configuração e disponibilização de serviços.

4. Alocação da equipa a outras tarefas

A eficiência e mais-valias de um datacenter virtual passam também pela capacidade de se poder passar a alocar a equipa de TI a outras tarefas dentro da organização, libertando-a de tudo o que tenha a ver com este tipo de serviços, agora prestados pelo fornecedor externo.

A equipa passará a poder dedicar-se a tarefas mais importantes do que a gestão da infraestrutura tecnológica e, por outro lado, coloca-se de lado a preocupação de ter de alocar técnicos a vários pontos do país – no caso das grandes organizações – para resolver problemas que o fornecer resolve agora com maior rapidez, eficiência e menor custo.

Finalmente, a maior standardização e o menor downtime permitem também melhorar os níveis de serviço, libertando as equipas para que se foquem em outras áreas.

Feitas as contas, o resultado da equação é claramente positivo: num ambiente virtualizado, a manutenção da nova infraestrutura é mais fácil, não exigindo a necessidade de uma equipe especializada de TI em cada empreendimento.

Daqui resulta uma diminuição do esforço financeiro, que se verifica também na aquisição e manutenção de infraestruturas, devendo a organização pagar apenas os recursos dos quais necessita a cada momento.

A solução permite ainda a partilha de hardware, com a execução de inúmeros sistemas operativos num único equipamento, sendo que cada máquina virtual representa um ambiente completo, seguro e totalmente isolado.

Por outro lado, a possibilidade de se instalarem servidores mais rapidamente leva a uma considerável redução de tempos de implementação dos projetos, tornando as organizações mais concorrenciais.

Finalmente, reduz-se também na fatura energética já que, com a passagem de todo o processamento e armazenamento para um datacenter virtual, a empresa liberta-se da fatura de energia relativa ao funcionamento e manutenção dos seus servidores físicos.

A oferta da Ar Telecom em matéria de datacenters virtuais responde a todos estes requisitos, sendo que a empresa tem sempre um conjunto de técnicos disponíveis para responder e esclarecer todas as dúvidas dos seus clientes.

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